quarta-feira, 18 de junho de 2014

Carlos Jorge Pedroso

Mestrado em Engenharia de Software, Doutorado em Economia Internacional, Filosofo, publicação de literatura, estilo realismo fantástico, autor de artigos para revistas internacionais de ética animal.

A sua poesia pretende contribuir para um comportamento desviante, rompendo com a utópica e transcendental moralia e rejeita por todos os meios, a possibilidade de julgamentos normativos e éticos. É o underground teórico da crítica social contra a conveniência, globalização, conformidade e democracias melhores que a minha liberdade.
A trindade personalização-escolha-diversidade é a etiqueta deste escritor renegado por círculos intrinsecamente fascistas, devotos do Estado e pedintes do além.

As manifestações adversas das reacções humanas de emoções particularmente associadas à leitura dos meus textos, responsabilizo a vossa família, desapropriada, desprevenida e exonerada dos conceitos imorais deste extremofílico autor.

Contribuo para o desaparecimento, na forma de suicídio, dos seres antropomórficos, substanciados de fibras da mesma biologia que uso, senhores instruídos no NLP e das moçinhasque me dão tesão e não contributivas para o alívio e contento do escritor. Recomendo, vivamente, o livro aos acamados, indivíduos com passado clínico agressivo ou com enfartes do miocárdio eminentes, pois a ceifeira vem mais rápida e alivia de vez com a agonia e não tenham medo, vão para o inferno (fazem népia), sem escalas, bem melhor que as vinhas do Senhor (escravidão económica).

Sem comentários: